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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Pagamento de taxa para acessar o Setor Dedo de Deus, PNSO.



Boa noite, amigos!!

Reproduzo aqui no site uma mensagem que recebi das listas de discussão, em especial a da FEMERJ, sobre o pagamento de taxa de ingresso no setor do Dedo de Deus, no PNSO.

Amigos,
No PNSO, as montanhas do Setor Dedo de Deus (Escalavrado, Dedo de Nossa Senhora, Dedo de Deus e Cabeça de Peixe) possuem na entrada de cada trilha uma placa dizendo ser obrigatório pagamento de ingresso.  
Essa placas foram colocadas há tempos, ainda na chefia do Ernesto, época que ainda se discutia essa cobrança.  Essa cobrança foi suspensa (nem chegou a rolar) graças a pressão de vários atores (incluso a FEMERJ) e não há previsão de cobrança.
Resumido, quem for excursionar nessas montanhas, não é necessário pagar ingresso mas é obrigatório o preenchimento do termo de conhecimento de risco.

Abs

Quem assina é o Waldecy Mathias Lucena.

Portanto, portanto mesmo tendo as placas sobre a obrigatoriedade do pagamento da taxa observem que não há essa necessidade.

Abraço!


segunda-feira, 12 de julho de 2010

Bate e volta na Agulha do Diabo em 9h32min.

 
Fala galera,

Neste feriadão em sampa, conforme combinado a diversos meses juntamente com o excelente escalador Flávio Kitahara e com a Carla Tanaka além do Paulo Chagas, fomos escalar a Agulha do Diabo, localizada no Parque Nacional da Serra dos Órgãos.

Eu e o Paulo iríamos encontrar o Kita e a Carla no próprio parque, mas com as 10 horas de estrada (o normal é 6 horas) não conseguimos chegar a tempo e o parque acabou fechando para o dia seguinte.

Como o Kita e a Carla já estavam lá dentro, eu e o Paulo procuramos uma pousada e no outro dia, quando eram 07h00 estávamos adentrando o parque para tentar alcançá-los no acampamento das orquídeas o mais rápido possível.

 Olha a carcaça.

Iniciamos a trilha na barragem às 07h25min e às 09h38 chegamos no acampamento das orquídeas que para nossa surpresa estava vazia. Ainda procuramos as mochilas mas sem sucesso decidimos continuar a aproximação e quando eram 10h40min estávamos na base da agulha. Comemos algo, bebemos agua, nos equipamos e inciamos a escalada sem saber onde estavam os dois, chutando que ele haviam desistido, por conta do desencontro, e subido para a Pedra do Sino.

Saí guiando a primeira enfiada, e rapidamente o Paulo subiu e já começou a guiada da segunda enfiada. Chegamos na base da primeira chaminé, guiada também pelo Paulo e rapidamente estávamos de frente ao cavalinho, que também foi guiado pelo Paulo Chagas, que o fez por fora trabalhando o batente com as mãos.

Paulo com a primeira chaminé ao fundo. Capacete torto, barriga saliente... o caos!

Placa de homenagem afixada no platô do cavalinho.

A última chaminé eu guiei e logo o Paulo estava subindo o cabo-de-aço, comigo na sequência. Foram 2h10min de escalada e após um tempo no cume, assinamos o livro, e rapelamos (o segundo rapel é feito por fora da chaminé, diretamente no platô do cavalinho; cuidados devem ser tomados com possíveis pêndulos nos dois primeiros rapéis).

Desequipamos e logo estávamos descendo, sendo que da base da Agulha até a barragem foram 2h21min, chegando lá por volta das 16h57.

Paulo mandando o cavalinho por fora.

Paulo escalando a segunda chaminé.

Ao todo foram:

Subida: 3h15min,
Escalada: 2h10min,
Rapel: 40min,
Descida: 2h21min,
Intervalos: 1h06min (tempo no cume, parada no mirante, paradas para hidratação, alimentação e equipagem e no acampamento das orquídeas).

Foram 9h32min de investida, um tempo muito bom pra mim mas que é possível ser melhorado no meu entender em pelo menos 01h30min.

Valeu ao Paulo pela companhia e pela escalada.

 Eu, no cume.

Depois acabamos encontrando o Kita e a Carla e descemos para a baixada onde fomos num sushi e logo estávamos indo pro Albergue descansar. Nossa intenção no outro dia era fazer volume escalando o via "Iemanjá" (4º Vsup E3 430m) no Pão de Açucar, mas o dia começou com chuva e sem ninguém na Urca e por isso decidimos voltar pra sampa, chegando aqui por volta das 14h00.

Agora em julho, a escalada promete!

Abraços!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Escalando o Dedo de Deus (via Teixeira)!

 Cris, eu e o Paulo no cume do Dedo de Deus.

Fala pessoal,

Neste último final de semana, eu, meu amigo Paulo Chagas, bombeiro, e nosso amigo Cristian Bons, bombeiro do estado de Alagoas e que está em sampa fazendo um curso conosco, escalamos o Dedo de Deus, situado na região serrana do estado do Rio de Janeiro, próximo à cidade de Teresópolis.

Saímos de sampa na sexta-feira, por volta das 12h30, e quando eram por volta das 18h00 estávamos chegando em Teresópolis, onde havíamos reservado hotel (www.aventureiropousadatere.com.br), que por sinal, muito bom.

Fomos para a cidade terminar de arranjar os preparativos, saímos para jantar e logo estávamos dormindo. No dia seguinte levantamos por volta das 05h30 e quando eram por volta das 07h00 estávamos iniciando a trilha que nos leva aos cabos-de-aço iniciais.

 Dedo de Deus ao fundo.

O Dedo de Deus é uma montanha de impressionante formação geológica, uma agulha que se sobressai em quase 900 metros em relação à BR-116 que passa aos seus pés, e que termina num cume pouca coisa maior que uma quadra de tênis.

Fazendo a ingríme trilha com tranquilidade, chegamos aos cabos-de-aço por volta das 07h50 e após nos equiparmos, tirarmos fotos, iniciamos a subida, que para nossa surpresa foi iniciada com grande dificuldade pelo sebo que estava os cabos e pela rocha que estava muito escorregadia. Isso nos fez colocar as sapatilhas ainda durante os cabos e perdemos muito tempo neste trajeto. Encontramos na descida um trio de escaladores que haviam feito o cume do Dedo ainda durante a madrugada e que ainda iriam atacar o cume do Escalavrado, Dedo de Nossa Senhora e Cabeça de Peixe.

 Eu e o Paulo no início dos cabos. Pedra molhada e cabos ensebados.

Paulo guiando o trecho de escalada ainda na trilha.

Continuamos nossa subida e após vencer os cabos-de-aço chegamos a um trecho onde há uma escalada de 8 metros, com um lance em torno de 4sup/5º, que foi guiada pelo Paulo. Seguimos em diante chegando na base da primeira chaminé da via, que possui à sua esquerda uma pequena placa de homenagem ao guia Vilela, ao qual coube a mim a guiada.

Esta primeira chaminé foi feita em livre e artificial, e atribuo uma graduação de 5º A0. Não sei onde encontraram graduação máxima de 3º para a via, já que esta chaminé termina num lance negativo, próximo a um cabo-de-aço e começa numa escalada estranha até se entrar propriamente dito na chaminé.

 Eu, escalando a primeira chaminé.

Terminado de guiar o lance, içei as mochilas e fixei a corda para o Cristian, que nunca havia escalado na vida, mas dominava com tranquilidade técnicas verticais, sendo instrutor desta matéria em seu estado, para que jumareasse. Assim o fez e depois deu segurança ao Paulo Chagas para que subisse em livre limpando a via.

Seguimos pelo platô até a base da segunda chaminé, que começa por fora, com dois grampos e depois segue por dentro, ao fundo, tendo mais três grampos na horizontal e posteriormente por um túnel alto em direção à saída da chaminé atingido a parada.

 Paulo terminando a segunda e apertada chaminé.

Saí guiando e na sequência, com muito sofrimento e muita tiração de sarro, o Cristian conseguiu escalar (achando que ia morrer entalado, hahaha) e logo após o Paulo Chagas também terminou de escalar a chaminé. Iniciei o que seria a provavél enfiada em artificial, partindo da parada em uma virada para a direita, bem aérea, com 4 grampos P. A guiada foi tranquila e logo depois da virada é possível ver outra parada, onde fixei as cordas para o Cris e para o Paulo, que subiu limpando.

 Eu, guiando o trecho de artificial. Vista bem aérea.

Dali chega-se em outro platô onde fomos até o fundo, onde existe uma grande laca, que se deve entrar até o fundo e escalar por lá, observando após uns 5 metros de escalada, os primeiros grampos existentes. São 4 grampos até uma outra parada que está na virada para a continuação da chaminé rumo a escada que dá acesso ao cume e que está protegida por mais duas antigas proteções. Do primeiro grampo até a parada nem se pode dizer que é escalada de chaminé, podendo escalar em face, depois da parada até o antecume se escala como em chaminé.

Toquei direto até o antecume onde fixei a corda para o Cris, que estava bastante cansado devido ao esforço na chaminé "arranca botão" (segunda chaminé) e depois dei segurança clássica para o Paulo que subiu bem rápido.

 Eu, entrando na última guiada.

Deixamos tudo lá, subimos a escada e assinamos o livro de cume, tiramos algumas foto e logo estávamos descendo, já que estávamos bastante atrasados com relação ao nosso cronograma original. Atingimos o cume às 17h28.

Iniciamos os rapéis pelo própria via Teixeira, e após dois rapéis chegamos onde onde tínhamos deixados as mochilas com nossa comida e água. Nos alimentamos, hidratamos e continuamos a descer, até atingir os cabos-de-aço. Dali fomos rápido até quase o chão, parando somente a 30 metros da trilha quando a corda enroscou durante a recuperação o que me obrigou a subir novamente pelos cabos-de-aço e fazer um rapel-tensão com outra corda para alcançar a corda enroscada e conseguir liberá-la. Eram 21h30 quando isso ocorreu.

 Livro de cume.

Terminado os rapéis, guardamos os equipos nas mochilas e iniciamos a descida da trilha e quando eram 23h30 saímos na BR-116 e após 20 minutos estávamos chegando no carro para nosso deleite.

Ainda fomos para Teresópolis jantar uma picanha deliciosa e comemorar o sucesso da nossa escalada apesar de cansados. No domingo foi somente retorno e AC/DC.

 Eu e o Paulo na placa que marca o cume.

Está aí mais uma escalada muito prazeirosa com grandes amigos em uma grande montanha.

Recomendo levar uns friends para reforçar a segurança na primeira chaminé e no começo da útima, antes de se atingir os grampos. No mais, umas 6 costuras, material individual e luvas de raspa para os cabos-de-aço.

Abaixo eu coloco o croqui, extraído da croquiteca do CEC (www.carioca.org.br). Existem algumas distorções com relação ao croqui. Sugiro ler o relato ou me mandem um email: victorcarv@terra.com.br.

Clique na imagem para ampliar.

Abraços!

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Vídeo da "rocktrip" pelo sudeste (setembro de 2008)!

Fala pessoal,

Em setembro de 2008, eu e o Ricardo Nonaka, fizemos uma viagem de 27 dias pelos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro procurando escalar os mais tradicionais points destes estados. Tirando os dias de deslocamento entre as regiões e alguns dias de chuva que pegamos, pudemos escalar o suficiente para quase arranjar fortes tendinites.




Durante esse tempo, passamos pelos seguintes locais (seguindo a ordem da viagem):

- Rio de Janeiro
* Passagem dos Olhos,
* K2,
* Via dos Austríacos (foram feitas 4 enfiadas, com rapel devido a chuva),
* Arca de Noé (Babilônia).

- Teresópolis
* Dedo de Deus (Face Leste c/ Blackout),
* Agulha do Diabo (Via normal).

- Serra do Cipó e Sítio do Rod
* Diversas vias esportivas.

- Salinas
* CERJ,
* Face Leste do Pico Maior (Rapel depois da sexta enfiada devido ao mal tempo).

- Falésia dos Olhos e Bauzinho
* Sexto,
* Paredão Tudo Bem,
* Escória, entre outras.

Segue o vídeo que eu fiz da viagem! E para aqueles que quiserem saber um pouco sobre as vias que escalamos pode fazer um contato que estamos a disposição.

Forte Abraço!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Enfim, o Guia do Parque Nacional da Serra dos Órgãos.


O guia e os autores. Extraído de: http://guiadoparnaso.blogspot.com/

Fala pessoal,

Enfim, a comunidade montanhista dispõe de um Guia do Parque Nacional da Serra dos Órgãos.
Escrito por Waldyr Neto e Ernesto Viveiros de Castro, o Guia possui um excelente padrão de qualidade de diagramação, imagens e impressão, o que justifica seu preço sugerido de 40 reais.

São 256 páginas, com centenas de fotos e diversos mapas, ampliando os horizontes de quem está apenas acostumado a fazer a travessia petrô-terê. Para os escaladores, não esperem uma completa catalogação das vias de escalada do parque, como Crazy Muzungus, Terra de Gigantes, Franco-Brasileira, Diedro Salomith ou Infinita Highway. O livro ataca mais o lado das caminhadas e traz bastante informação dos acessos mais fáceis aos cumes das montanhas, algumas somente por via de escalada, como o Dedo de Deus e a Agulha do Diabo.

Talvez para uma próxima edição os autores possam ir gradativamente catalogando os croquis e outras informações a respeito das vias de escalada existentes na região, transformando assim o Guia numa "Bíblia" do montanhista da Serra dos Órgãos.

Enfim, digo que o Guia vale muito a pena, mesmo para quem nem montanhista é, já que as fotos falam por si mesmo e já representam um compêndio das belezas naturais do nosso país. Para os montanhistas então... nem se fala...

Para quem quiser adquirir, pode obter mais informações no blog do guia: http://guiadoparnaso.blogspot.com/

Abraços.

domingo, 27 de setembro de 2009

Dedo de Deus.

Aproveitando esse gancho de vídeos, vou postar aqui também todos os vídeos que eu montei neste últimos tempos e que joguei o youtube.

O primeiro é sobre a minha primeira escalada inesquecível. O Dedo de Deus. Escalamos pela Face Leste, variante Maria Cebola (3º IIIsup E3). Em um grupo grande (7 pessoas) e sem que ninguém conhecesse a montanha iniciamos a aproximação por volta das 05h00 e chegamos de volta à estrada às 01h00 do dia seguinte.



Escalada fantástica!

domingo, 30 de agosto de 2009

Travessia Petrô-Terê!

Visão superior do Dedo de Deus, com os Três Picos ao fundo.

Fala pessoal,

Bom, vou escrever aqui um pouco da viagem que eu, o Tacio, a Paulinha fizemos rumo ao Rio para mandar a travessia Petrô-Terê.

Saímos de São Paulo, no dia 12 de agosto com destino ao Rio, onde após algumas horas de estrada chegamos e fomos para o apartamento da Gerusa, onde dormiríamos e no seguinte iríamos junto com a Gerusa e com o Beto (do Paraná) para mandar a travessia.

No dia seguinte, tomamos café e pegamos o carro com destino a Teresópolis onde chegamos por volta da hora do almoço, deixando o carro na Sede Terê.

Dali fomos a pé até o começo da cidade onde pegamos um ônibus para ir até a rodoviária, sendo que conseguimos comprar passagem para Petrópolis somente para as 15h00. De um lado foi bom, pois assim conseguimos almoçar bem, em um local próximo a rodoviária, sendo que quando eram por volta das 16h00 estávamos chegando em Petrópolis.

Dali pegamos um terceiro ônibus para um terminal urbano de onde pegamos o quarto ônibus que nos deixaria próximos da Sede Petrópolis do Parque da Serra dos Órgãos.

A travessia consiste em uma caminhada com aproximadamente 26km, em região montanhosa, começando na sede Petrópolis e terminando na barragem, na sede Teresópolis. A travessia geralmente é feita em três dias, sendo que no ano passado eu a fiz, pela primeira vez, sozinho, em dois dias. Com sorte, nada muito grave aconteceu e pude curtir bastante.

Dessa vez, nossa intenção era fazer a travessia com calma, em três dias, curtindo bem o parque.

Entramos no Parque quando eram por volta das 18h00, o que me deixou um pouco preocupado, pois teríamos que encarar um desnível de mais de mil metros de subida e o frio começava a dar as caras.

Começamos a caminhar, e no começo tudo foi bem, mas com o passar das horas o Beto e a Gerusa começaram a ficar pra trás, talvez por conta do peso das mochilas, que realmente apresentavam-se bem pesadas. Por diversos momentos tivemos que parar para esperá-los e isto acabou causando um atraso ainda maior, sem contar que a cada parada todo o aquecimento obtido com o exercício era perdido.

Terê embaixo e os Três Picos ao fundo.

Parede da Pedra do Sino, Garrafão e Dedo de Deus mais a esquerda.


De qualquer maneira, fomos esperando até quando chegamos nos campos de altitude, onde a trilha ficava mais plana e consequentemente mais fácil, e então avisamos o Beto e a Gerusa que iríamos tocar direto até o local de acampamento para adiantar as coisas.

Fomos direto, e quando eram quase uma hora da manhã estávamos chegando nos Castelos do Açu. Eu deveria localizar a região de acampamento, mas o fato de estarmos a noite, o frio intenso e os ventos cortantes nos fizeram acampar em uma região mais próxima dos Castelos para então esperar o Beto e a Gerusa que não davam sinal de vida.

Eu e a Paulinha.



Eu, com a Pedra do Sino ao fundo.

Enfim, durmimos e no outro dia nada dos dois aparecerem. Subi até o cume do Morro do Açu para tentar localizá-los e em um local bem longe consegui ver uma barraca amarela. Logo em seguida um montanhista passou próximo e perguntei se havia visto um casal acampado e disse ter visto duas barracas amarelas montadas a aproximadamente 30 minutos dos Castelos.

No cume do Morro do Açu.

Eu, com os Castelos do Açu ao fundo no 2º dia de caminhada.

O Tacio resolveu voltar para encontrá-los sendo que 1h30 depois ele volta dizendo tê-los encontrado e que o Beto dissera que devido ao cansaço deisitiriam da travessia e voltariam para Petrópolis.

Diante disso, eu, o Tacio e a Paulinha continuamos a travessia, sendo que após fazer o cume do Morro da Luva, e do Açu, fizemos próximo das 17h30 o cume da Pedra do Sino e depois descemos até o Acampamento 4 onde montamos as barracas e jantamos.

Eu, 2º dia de caminhada, com o Garrafão ao fundo.

No outro dia levantamos cedo, tomamos café e iniciamos a descida, sendo que antes faríamos a caminhada até o mirante da Agulha do Diabo para tirar umas fotos e logo estávamos retornando.

Tentamos seguir por um trilha alternativa mas logo vimos que não seria possível com as cargueiras e resolvemos voltar para a trilha normal. Quando eram por volta das 16h00 estávamos chegando na barragem e quando eram por volta das 16h30 estávamos chegando no carro.

Eu, no cume da Pedra do Sino, ponto culminante da travessia e de toda a Serra dos Órgãos.


Casal nota 10 no cume da Pedra do Sino.

Dali fomos para Terê, tomar um açaí comemorativo, sacamos umas fotos e retornamos pro Rio, onde chegamos na casa da Gerusa. No outro dia pela manhã acordamos, demos uma passeada pelo Rio e retornamos para sampa com nossos objetivos concluídos!

É isso aí! Mais uma bela travessia feita com belos amigos!!

Retornando pro Rio. Ao fundo, da esquerda pra direita, Escalavrado, Dedo de Deus e a Cabeça de Peixe.

OBS: Agradecimento ao Tacio e a Paulinha pelas fotos.

Até a próxima!