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sábado, 27 de janeiro de 2018

Aprenda como enrolar sua corda, fazendo dela uma mochila.

Bom dia, pessoal!

Mais um tutorial no ar. Desta vez mostro como fazer uma mochila de corda, para poder carregá-la nas costas sem a necessidade de ter para isso uma outra mochila. Trata-se de uma técnica bastante simples. Espero que gostem e não esqueçam de se inscrever no meu canal: https://goo.gl/3oUPyC


Abraços!!


sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Aprenda como fazer a passagem simples do freio 8, além da trava.

Fala aí, pessoal!

Mais uma instrução no ar. Desta vez eu vou falar do freio 8, que é um freio já não tão usual na escalada e montanhismo (justo que não seja), mas que ainda é um clássico da verticalidade o que o torna minimamente obrigatório para qualquer praticante de esportes que envolvam altura.

Vou fazer uma série de cinco vídeos sobre ele, para depois entrar de fato em outros freios, tais como o nosso querido freio linear, também conhecido como ATC.

Espero que gostem!

E não deixem também de se inscrever no meu canal no youtube: https://goo.gl/3oUPyC


Abraços!


terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Aprenda como enrolar sua corda de escalada.

Bom dia, amigos e visitantes do site!!

Mais uma instrução no ar. Desta vez ensino como enrolar (acondicionar) sua corda. Esta técnica serve para qualquer tipo de corda, sendo que no vídeo faço o acondicionameto utilizando uma corda dinâmica de 60m.

Ainda vou passar mais duas vídeo-instruções ensinando o acondicionamento no padrão do Corpo de Bombeiro de SP, bem como um acondicionamento de corda em forma de mochila.

Espero que gostem e não se esqueçam de se inscrever no canal: https://goo.gl/3oUPyC


Abraço!!

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Nó Safa Cabo (Volta do Salteador) - Aprenda como fazer!

Fala ae, pessoal!

Primeira postagem de 2018! Primeiramente feliz ano novo a todos!! Que este ano seja de muita montanha e aventura.

O post de hoje é pra trazer o tutorial do nó safa cabo, também conhecido como volta do salteador. Trata-se de uma opção de recuperação de corda permeada. Claro que sempre iremos optar preferencialmente pela permeação convencional, porém o safa cabo pode ser uma opção interessante quando precisamos de mais velocidade ou recuperar a corda sem que ela corra toda pelo ponto de ancoragem.

Espero que gostem e não esqueçam de se inscrever no meu canal lá no youtube: https://goo.gl/3oUPyC


Grande abraço!

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Aprenda a fazer o nó Lais de Guia!

Boa noite, amigos!!

O vídeo de hoje retoma a temática de nós! E o nó de hoje é o Lais de Guia.

Espero que gostem e não deixem de mandar suas impressões, críticas ou sugestões.



Grande abraço!


sábado, 6 de maio de 2017

Vantagem Mecânica - Como ela pode auxiliar a sua escalada!

Boa noite a todos!!

Segue mais um vídeo do canal! Desta vez falando sobre vantagem mecânica!

O tema é extenso, então ele será dividido em alguns vídeos. Segue o primeiro e espero que vocês gostem!

Ahhhhh!! Se você ainda não entrou no meu canal, aproveite para visitá-lo e segui-lo!!


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Escalando o Monte Aconcágua (6.962m), Argentina! (tentativa)

David Henrique com o Monte Aconcágua ao fundo.

Fala pessoal!

Voltei ao blog desta vez para falar um pouco sobre a minha tentativa de escalar o Monte Aconcágua na Argentina, em 2012.

Apesar de ter começado a minha trilha no montanhismo na escalada em rocha eu nunca escondi minha paixão pela alta montanha. Por mais que a escalada em rocha seja uma atividade tecnicamente mais complexa, uma vez que existe a necessidade de trabalhar com corda, com técnicas verticais, a beleza proporcionada pela alta montanha bem como a existência do risco sempre foram fatores empolgantes nas montanhas com cumes elevados, ainda que a escalada fosse, tecnicamente, mais fácil (embora fisiologicamente, não).

domingo, 16 de janeiro de 2011

Conhecendo a maior parede de escalada da capital, com 25m.


Fala galera,

Neste domingão fui com um amigo conhecer a maior parede de escalada de São Paulo.
Localizada nas dependências do Posto de Bombeiros do Butantã a parede possui 25 metros de extensão e está em plenas condições de uso.

A parede não possui vias demarcadas o que pretendo resolver em breve, e o potencial é muito bom. As agarras foram fabricadas a mais de uma década pelo Paulo Gil e se encontram praticamente intactas.

Além disso ela possui grampeação o que permite treino de guiada.




Por estar situada num ambiente aberto, além de tudo ela dá aquela sensação de interação com o meio ambiente, vendo as nuvens carregadas enquanto se escala, os ventos batendo nas costas ou derretendo no sol.

Espero voltar lá. O treino para resistência é muito bom! Duas subidas dá pelo menos 50 metros, o que é o mesmo que 7 vias escaladas na 90 Graus, por exemplo.



Escalei a vontade, sem via demarcada e somente pra vencer a parede, pela resistência, dá um 6º grau. Marcando então dá pra fazer vias casca pra galera forte.



Abraços!

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Escalada no visual com amigos!

 Eu, equipando a via "Agua Seca" para o Cris e Cássio.

Fala ae pessoal!

Domingo agora, fui no Visual das Aguas, tradicional point de escalada dos paulistas, muito por conta da proximidade com a capital. Ficando a 1h-1h30 do centro.

Como havia combinado com dois amigos, tenentes do corpo de bombeiros (um de sampa e outro de Alagoas), peguei os dois por volta das 10h30 e quando eram 12h estávamos já chegando na parede do visual após uma breve parada no Frango Assado da Fernão Dias para o café.

Cássio na segurança e o Cris escalando a via "Agua Viva".

Como um deles, o Cássio, nunca havia escalado, fiquei de montar um Top Rope para ele, bem como para o Cris, que também está começando a escalar agora, apesar de já ter feito o Dedo de Deus comigo e com o Paulo Chagas (veja relato) anteriormente.

Guiei com isso a via "Agua Seca" (4º), onde o Cássio e depois o Cris subiram de Top e logo na sequência guiei a via "Agua Viva" (5º), onde o Cris mandou sem grandes esforços e o Cássio, que estava sem sapatilha acabou apanhando um pouco e com isso ficou mais tempo também, até pegar a sapatilha do Cris emprestada. Logo depois o Cris voltou para a via para desequipá-la e decidi enfrentar uma via um pouco mais forte.

 Cássio escalando a via "Agua Seca" e o Cris na segurança.



O Cris escalando a via "Agua Seca".



O Cris, acenando da parada da "Agua Viva".

Fui para a via "Cucaracha Borracha" (no croqui um 6a, pra mim um 6b), onde consegui a cadena e o cris tentou a saída, que é o crux, mas não deu certo. Dali segui pra "Tribal" (7a), onde fiquei trabalhando até umas 16h30, quando decidimos descer e ir embora.

Fomos ainda pra Bragança, onde comemos um lanche e tomamos um açaí para depois retornamos de vez para sampa. Valeu muito a companhia do Cássio e do Cris, e espero que as viagens de escalada possam se repetir e estes amigos peguem gosto pelo esporte!!

 Eu, no segundo crux da via "Cucaracha Borracha".

Abraços!!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Escalando o Dedo de Deus (via Teixeira)!

 Cris, eu e o Paulo no cume do Dedo de Deus.

Fala pessoal,

Neste último final de semana, eu, meu amigo Paulo Chagas, bombeiro, e nosso amigo Cristian Bons, bombeiro do estado de Alagoas e que está em sampa fazendo um curso conosco, escalamos o Dedo de Deus, situado na região serrana do estado do Rio de Janeiro, próximo à cidade de Teresópolis.

Saímos de sampa na sexta-feira, por volta das 12h30, e quando eram por volta das 18h00 estávamos chegando em Teresópolis, onde havíamos reservado hotel (www.aventureiropousadatere.com.br), que por sinal, muito bom.

Fomos para a cidade terminar de arranjar os preparativos, saímos para jantar e logo estávamos dormindo. No dia seguinte levantamos por volta das 05h30 e quando eram por volta das 07h00 estávamos iniciando a trilha que nos leva aos cabos-de-aço iniciais.

 Dedo de Deus ao fundo.

O Dedo de Deus é uma montanha de impressionante formação geológica, uma agulha que se sobressai em quase 900 metros em relação à BR-116 que passa aos seus pés, e que termina num cume pouca coisa maior que uma quadra de tênis.

Fazendo a ingríme trilha com tranquilidade, chegamos aos cabos-de-aço por volta das 07h50 e após nos equiparmos, tirarmos fotos, iniciamos a subida, que para nossa surpresa foi iniciada com grande dificuldade pelo sebo que estava os cabos e pela rocha que estava muito escorregadia. Isso nos fez colocar as sapatilhas ainda durante os cabos e perdemos muito tempo neste trajeto. Encontramos na descida um trio de escaladores que haviam feito o cume do Dedo ainda durante a madrugada e que ainda iriam atacar o cume do Escalavrado, Dedo de Nossa Senhora e Cabeça de Peixe.

 Eu e o Paulo no início dos cabos. Pedra molhada e cabos ensebados.

Paulo guiando o trecho de escalada ainda na trilha.

Continuamos nossa subida e após vencer os cabos-de-aço chegamos a um trecho onde há uma escalada de 8 metros, com um lance em torno de 4sup/5º, que foi guiada pelo Paulo. Seguimos em diante chegando na base da primeira chaminé da via, que possui à sua esquerda uma pequena placa de homenagem ao guia Vilela, ao qual coube a mim a guiada.

Esta primeira chaminé foi feita em livre e artificial, e atribuo uma graduação de 5º A0. Não sei onde encontraram graduação máxima de 3º para a via, já que esta chaminé termina num lance negativo, próximo a um cabo-de-aço e começa numa escalada estranha até se entrar propriamente dito na chaminé.

 Eu, escalando a primeira chaminé.

Terminado de guiar o lance, içei as mochilas e fixei a corda para o Cristian, que nunca havia escalado na vida, mas dominava com tranquilidade técnicas verticais, sendo instrutor desta matéria em seu estado, para que jumareasse. Assim o fez e depois deu segurança ao Paulo Chagas para que subisse em livre limpando a via.

Seguimos pelo platô até a base da segunda chaminé, que começa por fora, com dois grampos e depois segue por dentro, ao fundo, tendo mais três grampos na horizontal e posteriormente por um túnel alto em direção à saída da chaminé atingido a parada.

 Paulo terminando a segunda e apertada chaminé.

Saí guiando e na sequência, com muito sofrimento e muita tiração de sarro, o Cristian conseguiu escalar (achando que ia morrer entalado, hahaha) e logo após o Paulo Chagas também terminou de escalar a chaminé. Iniciei o que seria a provavél enfiada em artificial, partindo da parada em uma virada para a direita, bem aérea, com 4 grampos P. A guiada foi tranquila e logo depois da virada é possível ver outra parada, onde fixei as cordas para o Cris e para o Paulo, que subiu limpando.

 Eu, guiando o trecho de artificial. Vista bem aérea.

Dali chega-se em outro platô onde fomos até o fundo, onde existe uma grande laca, que se deve entrar até o fundo e escalar por lá, observando após uns 5 metros de escalada, os primeiros grampos existentes. São 4 grampos até uma outra parada que está na virada para a continuação da chaminé rumo a escada que dá acesso ao cume e que está protegida por mais duas antigas proteções. Do primeiro grampo até a parada nem se pode dizer que é escalada de chaminé, podendo escalar em face, depois da parada até o antecume se escala como em chaminé.

Toquei direto até o antecume onde fixei a corda para o Cris, que estava bastante cansado devido ao esforço na chaminé "arranca botão" (segunda chaminé) e depois dei segurança clássica para o Paulo que subiu bem rápido.

 Eu, entrando na última guiada.

Deixamos tudo lá, subimos a escada e assinamos o livro de cume, tiramos algumas foto e logo estávamos descendo, já que estávamos bastante atrasados com relação ao nosso cronograma original. Atingimos o cume às 17h28.

Iniciamos os rapéis pelo própria via Teixeira, e após dois rapéis chegamos onde onde tínhamos deixados as mochilas com nossa comida e água. Nos alimentamos, hidratamos e continuamos a descer, até atingir os cabos-de-aço. Dali fomos rápido até quase o chão, parando somente a 30 metros da trilha quando a corda enroscou durante a recuperação o que me obrigou a subir novamente pelos cabos-de-aço e fazer um rapel-tensão com outra corda para alcançar a corda enroscada e conseguir liberá-la. Eram 21h30 quando isso ocorreu.

 Livro de cume.

Terminado os rapéis, guardamos os equipos nas mochilas e iniciamos a descida da trilha e quando eram 23h30 saímos na BR-116 e após 20 minutos estávamos chegando no carro para nosso deleite.

Ainda fomos para Teresópolis jantar uma picanha deliciosa e comemorar o sucesso da nossa escalada apesar de cansados. No domingo foi somente retorno e AC/DC.

 Eu e o Paulo na placa que marca o cume.

Está aí mais uma escalada muito prazeirosa com grandes amigos em uma grande montanha.

Recomendo levar uns friends para reforçar a segurança na primeira chaminé e no começo da útima, antes de se atingir os grampos. No mais, umas 6 costuras, material individual e luvas de raspa para os cabos-de-aço.

Abaixo eu coloco o croqui, extraído da croquiteca do CEC (www.carioca.org.br). Existem algumas distorções com relação ao croqui. Sugiro ler o relato ou me mandem um email: victorcarv@terra.com.br.

Clique na imagem para ampliar.

Abraços!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Bombeiros!

Bom, agora com 99,9% de certeza que eu passei nos Bombeiros, devo me apresentar para o Curso de Especialização segunda-feira que vem! Um sonho que se realiza! Um sonho novo, mas ainda sim um sonho!

O bom de ir para o bombeiro, além do lado profissional é claro, é que voltarei a ter meus finais de semana (ou quase todos) livres para poder me dedicar à escalada. Com isso espero poder escalar bastante daqui em diante!

Fica um vídeo do CSAlt (Curso de Salvamento em Altura) que pretendo fazer logo que eu me forme no CBO.



Abraços!

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Na expectativa!


Fala ae!

Depois de alguns dias afastados da internet, voltei hoje pra casa depois de 4 dias de exames para o curso de especialização de bombeiros para oficiais. Caso passe, o curso se inicia em 5 de outubro e têm duração de 1 ano e 3 meses.

Meu grande sonho está prestes a se concretizar, mas vamos ver como ficam as coisas, já que hoje fiz as provas teóricas (matemática, física e química) e o resultado sai somente em 29set.

No dias anteriores, foram 8 exames de aptidão física, incluindo 3 aquáticos, 2 específicos e 3 fisicos-gerais.

Abraços.